O vento sopra ao ouvido do Mar
O mar fica de pele arrepiada
Crispa-se ligeiramente
Mas não faz ondas
Entrega-se ao sopro do vento
Num bailado já conhecido
O Sol assiste e deixa-se tombar
Inclina-se mais e toca suavemente no Mar
Com os lábios ainda quentes do dia
Beija-o em cada pedacinho de pele
Acaricia e pinta-a de varias tonalidades
Ao toque, esta fica ainda mais arrepiada
Parece agradecer borrifando o ar com o seu perfume
Que cheirinho a maresia
Qual a cor do Sol?
Qual a cor do Mar?
Impossível descrever
Na brisa que passa, ouço o convite:
- Até amanhã!?
13 de Fevereiro de 2009
Aldina Lucena
Só falta dizer que se assiste a toda essa poesia e bailado com uma cervejinha bem fresquinha na mão.....
ResponderEliminarSim. Poderá ser uma "mine" bem gelaginha mas, preferencialmente, uma taça de "champagne" rosé para condizer melhor com a cor, aroma e sabor do cenário.
ResponderEliminarParece-te bem?
Prefiro um Murganheira mesmo. Mas o melhor de tudo será a companhia para partilhar tanta sensibilidade...
ResponderEliminarQuando agendamos esse entardecer com o Murganheira rosé em flutes na mão direita com companhia tão agradável?
ResponderEliminarQuando tivermos a casa na praia? Ou para a semana?
Porquê a mão direita?
ResponderEliminarDisseram-me que isso dá sete anos de mau sexo.
É melhor ser a esquerda, pelo sim pelo não!
A sério? Quem te disse isso? Algum esquerdino?
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